Guará: Hamilton Zen Artista multifacetado

hamilton

Personagem da cidade – Hamilton Cruz
Artista multifacetado
texto:
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Define-se como nascido artista. Sobrinho e pai de desenhistas, ele vê no sangue a explicação para o entendimento da família pelas artes, em suas mais variadas  expressões. Artista plástico, músico, dramaturgo e empresário cultural, Hamilton Cruz se enveredou em quase todas as formas de cultura contemporânea. Nascido em  Fortaleza, veio para o Distrito Federal em 1968, tornou-se guaraense em 72 morando com a mãe na mesma casa onde vive até hoje, no conjunto R da QE 34.  Pai de duas filhas, arriscou em quase tudo. Foi diretor de Teatro e ator, em parceria com Neno Binifácio, Aluísio Batata, Baralho Neto e muitos outros artistas consagrados.

Foi integrante do Grupo de teatro Coesão, onde montou peças célebres, como O Hospício é Feito por Nóes e Oh! Pátria Mamada e Dólar Trada. Salve-se, entre muitas  outras. Deu aulas de teatro na Universidade Católica de Goiânia e pretende voltar às salas de espetáculo. “Quem sabe remontar o grupo com os antigos integrantes,  agregando novos atores e novas tecnologias no espetáculo”.
Hamilton é conhecido entre os amantes do rock por ser precursor em Brasília das tradicionais camisas de banda. Feitas em silkscreen, as camisas feitas por eles foram febre  durante os anos 80 e 90. “Precisava encontrar uma forma de me manter. É difícil viver de arte, todo artista sabe muito bem disso. Resolvi então fazer as camisas em Brasília  e Goiânia, no período em que vivi por lá. Assim como hoje ainda as fabrico e faço faixas publicitárias, uma vertente comercial do trabalho do artista plástico”.


Mútiplas funções

Músico, gaitista, participou das bandas Política do Êxtase e Todas as Tribos. Colaborou com a Casa da Cultura em diversas oportunidades, além de participar dos  movimentos de rua do Guará até hoje conhecidos como Lazer na Quadra.  Hamilton é mesmo conhecido na cidade por seu espaço cultural na QE 19, o Elo Cultural. Misto de bar, sala de estar, biblioteca e casa de espetáculos. O Elo Cultural foi o  primeiro videobar de Brasília, tendência quase obrigatória hoje nas casas noturnas. “Ali apresentaram-se pela primeira vez grandes nomes da música de Brasília, como Célia  Porto, Maskavoroots e muita gente boa. Fazíamos palestras de temas polêmicos, exposições de artes plásticas, esquetes de teatro e tudo que um espaço múltiplo pode  oferecer, inclusive debates e palestras sobre ufologia”. O acervo de longplays do Elo Cultural ultrapassava os 1500 discos. De música regional brasileira ao rock conceitual  cosmopolita. Remontou seu ateliê na QE 34 em 1994 após o fechamento do Elo Cultural por problemas com sócios. Hoje atende no local. Hamilton, além de artista é  confeiteiro. Foi responsável por anos pela confeitaria do Carrefour Sul. “Aceito encomendas de quadros, camisetas, faixas, bolo e doces”, avisa o artista.

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